terça-feira, 26 de abril de 2011

Graphic Novel?


Não é exatamente quadrinhos nem livro. Na verdade, seria uma fusão de ambos. E o melhor é que tem para todos os gostos, desde terror trash até comédias românticas.

O nome do nosso café, Arlequina, é uma alusão a personagem do Batman, por exemplo. Gibis do Batman existem aos montes, séries regulares, etc. Mas só existem duas graphic novels do Batman, até agora: O cavaleiro das trevas, de Frank Miller, (clássico!) e A Piada Mortal, de Alan Moore.

Will Eisner, o grande mestre dos quadrinhos, ajudou a popularizar o termo graphic novel com Um Contrato com Deus, de 1978. A obra é simplesmente literatura em quadrinhos. Uma história fechada, com início, meio, fim e inovações na narrativa. E aborda temas antes considerados “sérios”, “adultos” para os gibis da época. Estava aí o diferencial: realmente, uma graphic novel não é um gibi.




Quando dissemos que tem pra todos os gostos, é fato! Desde o clássico Watchmen, de Alan Moore, que agrada tanto a fãs de super-heróis quanto a quem não curte, há também autores como Gilbert Hernandez, americano de origem latina, publica sobre relacionamentos em Palomar, pela Fantagraphics.

Aqui no Brasil mesmo, autores estão dando as caras. Fábio Lyra, que antes publicava tirinhas na extinta revista de rock Mosh! criou sua graphic novel Menina Infinito, pela Desiderata. O tema é bem mundano, relacionamentos e, obviamente, shows de rock alternativo.

Mais um bom exemplo é Salon, de Nick Bertozzi. Cheio de referências à história da arte, usa e abusa de nomes como Picasso e Georges Braque para contar uma história de suspense e assassinato.



É isso aí... graphic novels vieram pra ficar... escolha a sua!



Segue reportagem do programa Entrelinhas sobre um projeto editorial de escritores e desenhistas brasileiros de Graphic Novels.




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